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Diferencie pessoa, usuário, cliente, comprador e stakeholder em uma situação de produto. Você vai reconhecer quem executa a tarefa, quem decide, quem paga e quem sofre as consequências da experiência.
Apply the previous explanations in a guided problem.
Separe o que a pessoa faz, por que faz e como ela sabe que deu certo. Você vai transformar frases vagas, como “quero agilidade”, em tarefa concreta, objetivo e resultado esperado.
Check your understanding with a short quiz.
Aprenda a ouvir pedidos de tela, botão ou funcionalidade sem aceitá-los como diagnóstico final. Você vai buscar a necessidade que existe por trás da solução sugerida pela pessoa.
Compare afirmações como “eu gosto”, “eu acho difícil” e “não consigo concluir”. Você vai tratar preferência pessoal como um sinal, não como prova suficiente sobre a qualidade da experiência.
Use a ideia de contexto de uso da ISO 9241-210 para observar pessoas, tarefas, equipamentos e ambiente. Você vai descrever onde o uso acontece sem reduzir a experiência à tela.
Reconheça limites que mudam completamente a solução: tempo curto, internet ruim, barulho, regras da empresa, medo de errar, falta de permissão ou pouco dinheiro. Você vai ligar cada restrição a decisões de UX mais realistas.
Divida uma atividade em passos, entradas, decisões e saídas observáveis. Você vai enxergar onde a pessoa espera, improvisa, pede ajuda, abandona ou troca de ferramenta.
Posicione o produto dentro de uma jornada maior, com o que acontece antes, durante e depois da interação. Você vai notar quando a experiência depende de e-mails, planilhas, atendimento, documentos ou outras pessoas.
Analise situações em que a pessoa não tem autonomia total para concluir a tarefa. Você vai identificar aprovações, papéis, permissões, dependências e repasses que afetam a experiência.
Escreva uma situação de uso com pessoa, contexto, motivação, tarefa e resultado desejado. Você vai criar cenários concretos o bastante para orientar decisões sem virar uma lista de funcionalidades.
Construa personas a partir de padrões reais de comportamento, necessidades e contexto, não de estereótipos decorativos. Você vai saber quando uma persona ajuda a decidir e quando só enfeita a apresentação.
Use Jobs to Be Done para enquadrar a situação em que alguém “contrata” um produto para avançar na vida. Você vai comparar a solução com alternativas reais, inclusive improvisos e concorrentes indiretos.
Transforme achados sobre pessoas, tarefas e contexto em uma declaração clara do problema. Você vai evitar pular direto para “fazer uma tela” antes de nomear quem precisa de quê, em qual situação e com qual obstáculo.
Defina sucesso como mudança percebida na vida da pessoa, não só como entrega de funcionalidade. Você vai conectar resultado esperado, evidências de conclusão e valor para o produto.
Review this chapter with practice based on your mistakes.