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Pegue uma tela simples e marque quem usa, o que quer alcançar, em que situação está, que entrada oferece, que resposta recebe e qual resultado espera. A tela deixa de ser um conjunto de peças soltas e vira uma cadeia de ajuda.
Use what you learned in the previous lesson to solve real-world problems.
Distinga a pessoa que toca na interface, a pessoa beneficiada pela tarefa e o sistema que executa regras. Essa separação evita decisões feitas para um “usuário” genérico que não corresponde à situação real de uso.
Check what you understood with a short quiz.
Reescreva pedidos como “colocar um botão de salvar” em objetivos como “guardar o rascunho para continuar depois”. Assim, cliques, toques e campos passam a ser meios, não o motivo principal da interface.
Leve em conta pressa, ruído, dispositivo, conexão, privacidade e risco para decidir o que a interface deve pedir, mostrar ou simplificar. O mesmo objetivo pode precisar de caminhos diferentes em contextos diferentes.
Organize a tarefa em passos: início, decisões necessárias, ações do sistema e conclusão. Você vai separar o que é obrigatório do que é desvio, detalhe opcional ou obstáculo criado pela própria interface.
Relacione o tipo de informação que a pessoa precisa dar com o componente adequado: botão, campo de texto, menu, rádio, checkbox, seletor ou alternância. A escolha fica mais clara quando parte da entrada necessária, não da aparência do componente.
Analise campos e perguntas para remover o que não ajuda a completar a tarefa naquele momento. Use valores padrão, preenchimento conhecido, máscaras e escolhas guiadas para reduzir digitação, dúvida e retrabalho.
Transforme o que o sistema devolve em informação que ajuda a pessoa a decidir o próximo passo. Uma boa saída pode ser confirmação, alerta, status, dado calculado, resumo ou indicação do que ainda falta.
Defina o que a interface deve fazer logo depois de um clique, toque, envio ou escolha. Feedback imediato, carregamento, progresso e confirmação reduzem a incerteza sobre se a ação foi percebida pelo sistema.
Reconheça estados como vazio, carregando, selecionado, desativado, concluído e indisponível. Cada estado precisa aparecer de um jeito que ajude a pessoa a entender o que pode fazer agora e o que mudou.
Trate erro como um ponto esperado da tarefa, não como uma bronca. Mensagens úteis dizem o que aconteceu, onde corrigir, como recuperar e, sempre que possível, preservam o que a pessoa já fez.
Compare a saída da interface com o resultado que a pessoa realmente esperava: pedido enviado, pagamento registrado, arquivo salvo, atendimento agendado. Confirmações, recibos, protocolos e próximos passos tornam a conclusão reconhecível.
Review this chapter with practice based on your mistakes.